sábado, 7 de julho de 2012

Estamos sendo envenenados todos os dias. Você sabia?

Infelizmente o Brasil está nas mãos das grandes organizações que impõem o plantation, comandam a venda de agrotóxico, de remédios e de alimentos. Essas empresas ainda estão diretamente contribuindo para a poluição das águas e alimentos deixando a população BRasileira doente (câncer, doenças cardíacas e circulatórias são as maiores incidências e estão ligadas diretamente a alimentação) e sem o meio ambiente e principalmente sem água, que é a mais afetada por agrotóxico e remédios sem a devida destinação após o uso, vamos acordar para essa realidade!

Clique na imagem abaixo para saber quais os alimentos que mais envenenam a "mesa" dos BRasileiros...


Fonte: MST no Facebook.

domingo, 24 de junho de 2012

Cúpula dos Povos por Justiça Social e ambiental em defesa dos bens comuns, contra a mercantilização da vida.

"O documento divulgado nesta sexta-feira, 22/6, resume os principais eixos discutidos durante as plenárias e assembleias. Resume ainda as mobilizações ocorridas entre 15 a 22 de junho no Aterro do Flamengo e os principais focos de luta da sociedade civil daqui em diante."

Confira os documentos produzidos nas plenárias da Cúpula

A transformação social exige convergências de ações, articulações e agendas a partir das resistências e alternativas contra hegemônicas ao sistema capitalista que estão em curso em todos os cantos do planeta. Os processos sociais acumulados pelas organizações e movimentos sociais que convergiram na Cúpula dos Povos apontaram para os seguintes eixos de luta:
  • Contra a militarização dos Estados e territórios;
  • Contra a criminalização das organizações e movimentos sociais;
  • Contra a violência contra as mulheres;
  • Contra a violência as lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e transgêneros;
  • Contra as grandes corporações;
  • Contra a imposição do pagamento de dívidas econômicas injustas e por auditorias populares das mesmas;
  • Pela garantia do direito dos povos à terra e território urbano e rural;
  • Pela consulta e consentimento livre, prévio e informado, baseado nos princípios da boa fé e do efeito vinculante, conforme a Convenção 169 da OIT;
  • Pela soberania alimentar e alimentos sadios, contra agrotóxicos e transgênicos;
  • Pela garantia e conquista de direitos;
  • Pela solidariedade aos povos e países, principalmente os ameaçados por golpes militares ou institucionais, como está ocorrendo agora no Paraguai;
  • Pela soberania dos povos no controle dos bens comuns, contra as tentativas de mercantilização;
  • Pela mudança da matriz e modelo energético vigente;
  • Pela democratização dos meios de comunicação;
  • Pelo reconhecimento da dívida histórica social e ecológica;
  • Pela construção do DIA MUNDIAL DE GREVE GERAL.

Fonte: ISA.