Infelizmente o Brasil está nas mãos das grandes organizações que impõem o plantation, comandam a venda de agrotóxico, de remédios e de alimentos. Essas empresas ainda estão diretamente contribuindo para a poluição das águas e alimentos deixando a população BRasileira doente (câncer, doenças cardíacas e circulatórias são as maiores incidências e estão ligadas diretamente a alimentação) e sem o meio ambiente e principalmente sem água, que é a mais afetada por agrotóxico e remédios sem a devida destinação após o uso, vamos acordar para essa realidade!
Clique na imagem abaixo para saber quais os alimentos que mais envenenam a "mesa" dos BRasileiros...
"O documento divulgado nesta sexta-feira, 22/6, resume os principais eixos discutidos durante as plenárias e assembleias. Resume ainda as mobilizações ocorridas entre 15 a 22 de junho no Aterro do Flamengo e os principais focos de luta da sociedade civil daqui em diante." Confira os documentos produzidos nas plenárias da Cúpula
A transformação social exige convergências de ações, articulações e agendas a partir das resistências e alternativas contra hegemônicas ao sistema capitalista que estão em curso em todos os cantos do planeta. Os processos sociais acumulados pelas organizações e movimentos sociais que convergiram na Cúpula dos Povos apontaram para os seguintes eixos de luta:
Contra a militarização dos Estados e territórios;
Contra a criminalização das organizações e movimentos sociais;
Contra a violência contra as mulheres;
Contra a violência as lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e transgêneros;
Contra as grandes corporações;
Contra a imposição do pagamento de dívidas econômicas injustas e por auditorias populares das mesmas;
Pela garantia do direito dos povos à terra e território urbano e rural;
Pela consulta e consentimento livre, prévio e informado, baseado nos princípios da boa fé e do efeito vinculante, conforme a Convenção 169 da OIT;
Pela soberania alimentar e alimentos sadios, contra agrotóxicos e transgênicos;
Pela garantia e conquista de direitos;
Pela solidariedade aos povos e países, principalmente os ameaçados por golpes militares ou institucionais, como está ocorrendo agora no Paraguai;
Pela soberania dos povos no controle dos bens comuns, contra as tentativas de mercantilização;
Pela mudança da matriz e modelo energético vigente;
Pela democratização dos meios de comunicação;
Pelo reconhecimento da dívida histórica social e ecológica;
Trabalhamos pra caralho para pagar impostos, comer e pagar as contas caras, tudo com preços a troco de roubo, para esses políticos filhos da puta ficar e corruptos ficarem gastando o dinheiro da nação ainda tirar o banqueiros ricos da miséria, por que eles gastaram o dinheiro deles em viagens, mulheres e especulação, é foda um país desses.
Até concordo com a ajuda, mas do jeito que os Europeus sempre fazem. A juros altos e com imposições pesadas e negociações que deixem o Brasil em uma boa posição e em condições de receber de volta e com retorno do investimento. Agora é a hora de negociar importantes questões que são impostas pelo países "desenvolvidos": as condições de importação, exportação e comercio internacional; as condições de imigração e emigração; maior influencia nas decisões internacionais; condições de trabalho, etc.
A história sempre mostrou que nas crises sistêmicas e abrangentes como essa, as potencias e países que foram espertos se deram bem e saíram com mais poder e influencia. Só para citar: EUA na 1a e 2a Guerra Mundial; Inglaterra, França, mais antigamente...
Me sinto contemplado nas palavras do Leandro Cruz...
"Não sejam tontos e não reproduzam o discurso de que a Dilma optou pelo "nem lá nem cá". Isso é uma mentira. Ela vetou absurdos extras, sobretudo os adicionados pela Câmara na última hora, justamente para parecer que ela vetou alguma coisa.
O Código Florestal muda. E muda pra pior. Pior pras matas, pior pras águas. Logo, pior para todos. A redação final só saberemos mesmo na segunda feira, quando for publicado no Diário Oficial.
Mas não caiam na conversa mole. Dilma, o PT, o PCdoB e a turma toda foram cúmplices dos ruralistas, daqueles de sua base (PMDB, PSD, etc) e dos da "oposição" (DEM, PSDB). Cúmplices covardes, do começo ao fim.
Não deixe esse discurso tosco te enganar. Dilma vetou nada. Vetou o mínimo pra satisfazer minimamente à opinião pública. "Opinião Publica" essa que só ficará satisfeita se for muito ingênuo. O problema é que a "Opinião Pública" é formada pelas desinformadoras e manipuladoras emissoras de TV. E as emissoras de TV pertencem a esse grupo social dominante. Geralmente, os donos dos latifúndios de televisão são os donos dos latifúndios de terra.
Foi silencioso. O povo consentiu. O dia de hoje é histórico pro mal e ninguem parece ter se dado conta do quanto.
Os latifundiários ganharam mais essa.
Como eram ingenuas as pessoas que achavam que um dia o PT traria justiça para o campo? Ninguem combateu latifundio ou protegeu indigenas. Pelo contrario, destruiu-se a floresta para aumentar o latifúndio.
Isso é luta de classes... e mais que isso.
O impacto desse novo código é maior do que se nos tivessem jogado uma bomba atomica. Em termos do que perderemos de solo, de floresta e principalmente de água (devido ao assoreamento de leitos e morte de nascentes), é muito pior...
iso tbem causa dor e sofrimento... Mas é assim no brasil... diluido, calado.. aos poucos. e ninguem abre a boca...
Perdemos para o latifundiarios, os exportadores de álcool e soja. Perdemos para os criadores de gado que matam indios às dezenas. Perdemos pros assassinos de José Claudio. Perdemos pra essa gente que manda nesse país há centenas de anos.
Perdemos pra mesma classe social, para os mesmos sobrenomes que promoveram a escravidão negra e o genocídio indígenas.
Perdemos nós, os brasileiros, os vivos, os terráqueos de todas as espécies.
Dilma, com toda essa corja de praticamente todos os partidos, para mim se iguala a qualquer criminoso de guerra. Estamos passando por algo similar ao que passou a Alemanha nos anos 30 do século passado. A hegemonia de um partido, culto ao lider, propaganda perfeita para manipular a população que aceita tudo de bom grado. Enquanto ocorrem violencias desmedidas, detruição da vida, das pessoas e da terra. Tudo em nome do lucro de alguns...
vou parar de escrever pq naum conseguiria parar se naum me impusesse isso tamanha minha indignação hoje.
Mesmo com os maiores cientistas do país mostrando que era absurdo! Mesmo q a sociedade fosse perder. O Novo Código Florestal foi aprovado pela Presidente.
Nós perdemos feio. A luta agora é árvore a árvore. Rio a rio. Ocupar! Proteger! Reflorestar!
Atiremos sementes. Para todo os lados. A Morte e a ganancia estão em guerra contra a vida.
E acabamos de perder uma batalha.
O sistema é Podre. O sistema político é vendido ao poder economico e esse crime chamado Novo Código Florestal é a prova derradeira."
Estamos necessitando por que as medidas tomadas por "representantes" só oprimem e deixam mais confuso o Sistema Judiciário, e nos deixam mais presos ao Sistema Financeiro de cobrança, a uma industria cada vez mais sucateada, sem qualidade e sem investimentos, e nem vou comentar saúde e educação!
"Pelo menos esse criou vergonha e escutou as pesadas críticas e a insatisfação popular com esses projetos de lei, que são um atentado violento a Liberdade! Os governos já estão achando que podem até escolher o site que o individuo pode acessar! Já não basta ouvir e gravar telefonemas, confiscar e-mails, localizar IDs,e etc. Onde vai parar essa 'sociedade morderna' e 'civilizada'!"
"Assim como a repercussão negativa levou o Congresso dos Estados Unidos a adiar indefinidamente a votação do projeto anti-pirataria na Internet, o deputado brasileiro Walter Feldman (PSDB-SP) também se rendeu às críticas e apresentou nesta terça-feira, 13/3, um requerimento retirando o projeto 3336/2012, já batizado de Sopa brasileira.
Cobrado também pelo twitter, Feldman justificou, em inglês, o recuo: “Estou respeitando a opinião mundial. Estou retirando o projeto da agenda do Congresso”. Ou ainda, em português, emendou que “já retirei e manifestei meu equívoco”.
O requerimento em si não revela a mudança de opinião, mas como explica a assessoria do parlamentar, uma semana de críticas, desde que a proposta foi apresentada em 6 de março, levou Feldman a abortar o projeto. Oficialmente, “não ficou específico que se tratava de um projeto contra a pirataria e não de censura”.
Pela proposta, sites alvos de denúncias de violação de direitos autorais ou de propriedade poderiam ser bloqueados por uma determinação administrativa, de ofício, do administrador brasileiro de endereços na rede – provavelmente o Ponto.BR, ligado ao Comitê Gestor da Internet."
O Brasil está sendo operado por uma grande máfia! Que envolve os poderes constituídos, tráfico de drogas e de influência, e a maior vítima é a pobre população, que vive na miséria, escravizada pelo trabalho e a merce desses bárbaros de colarinho branco!
É uma vergonha a criação de um novo Tributo para "financiar" a saúde no Brasil. Com toda essa carga tibutária que já pagamos, é uma afronta do governo brasileiro sobre a população. Muitas são as fontes que poderiam financiar a Emenda 29 (a emenda foi aprovada inicialmente em 2000, determinando os valores mínimos que governos federal, estaduais e municipais devem gastar na área da saúde. Os municípios devem aplicar no mínimo 15% da arrecadação de impostos; os Estados, 12%; e a União deve corrigir os gastos do ano anterior de acordo com a variação nominal do PIB.): cortes no orçamento, fim dos cartões corporativos ilimitados, diminuição de emendas parlamentares, verbas de gabinete, diminuir o valor das diárias de parlamentares e seus assessores, aumentar o Imposto de Renda para grandes fortunas e sobre o lucro de empresas públicas e estatais, melhorar a eficiência dos sistemas de saúde e gastos públicos, entre muitos outros.
Vamos protestar e fazer valer nossos direitos, já pagamos impostos que nem sabemos que pagamos. Sobre tudo e não temos serviços públicos de qualidade. E por fim será mesmo que esta nova CPMF (que era para financiar a saúde, mas nunca nenhum hospital viu recursos deste tributo) vai financiar a saúde? E resolver o caos que vive o sistema de saúde brasileiro?
Eu acho que vai ser só mais uma fonte para financiar grandes grupos econômicos, neste caso médicos e corporações de fabricação de medicamentos.
É triste saber que lideres ambientais estão sendo exterminados na Amazônia. Nós que moramos e somos caboclos ficamos assustados e horrorizados em saber da ausência do Estado e de nossa incapacidade de proteger nossas vidas.
Esperamos que as autoridades e o Estado tomem providências contra os crimes Ambientais e contra os cidadãos brasileiros.
As mudanças no Código Florestal passam a insegurança que poderá aumentar esse tipo de violência, e certamente aumentará os casos de terrorismo ambiental.
Em memória de todos que morreram protegendo a Amazônia!
"Alegam que o Código Florestal deve ser enterrado para que o pequeno agricultor possa produzir. Na verdade, são os grandes que querem devastar." Dr. Rosinha, em Via o mundo.
A mídia se cala, a sociedade apática e desinformada não se manifesta, os políticos são vendidos e apenas se interessam em legislar em beneficio próprio e por quem paga mais, sobra o prejuízo para o meio ambiente e para o pequeno agricultor. Todo o discurso ambiental, de proteção, contra o desmatamento, a monocultura, contra o aquecimento global será jogado fora, e com certeza nos próximos anos veremos aumentar o desmatamento em áreas que deveriam ser protegidas, o crescimento de crimes e conflitos agrários e ambientais.
Bancada ruralista quer aprovar mudanças drásticas na Legislação Ambiental Brasileira, entre os pontos mais polêmicos está a redução das Áreas de Proteção Permanente e de Reserva Legal, pontos vital do Código Florestal. Leia as principais mudanças e o que isso implica Aqui.
Ao contrário do que diz o poder, que quer que vocês desistam das pensões e aposentadorias, que aceitem salários de fome, e voltem para casa em nome do futuro dos netos de vocês, os EUA não estão falidos. Longe disso. Os EUA nadam em dinheiro. O problema é que o dinheiro não chega até vocês, porque foi transferido, no maior assalto da história, dos trabalhadores e consumidores, para os bancos e carteiras dos hiper mega super ricos.
Hoje, 400 norte-americanos têm a mesma quantidade de dinheiro que metade da população dos EUA, somando-se o dinheiro de todos.
Vou repetir. 400 norte-americanos obscenamente ricos, a maior parte dos quais foram beneficiados no ‘resgate’ de 2008, pago aos bancos, com muitos trilhões de dólares dos contribuintes, têm hoje a mesma quantidade de dinheiro, ações e propriedades que tudo que 155 milhões de norte-americanos conseguiram juntar ao longo da vida, tudo somado. Se dissermos que fomos vítimas de um golpe de estado financeiro, não estamos apenas certos, mas, além disso, também sabemos, no fundo do coração, que estamos certos.
Mas não é fácil dizer isso, e sei por quê. Para nós, admitir que deixamos um pequeno grupo roubar praticamente toda a riqueza que faz andar nossa economia, é o mesmo que admitir que aceitamos, humilhados, a ideia de que, de fato, entregamos sem luta a nossa preciosa democracia à elite endinheirada. Wall Street, os bancos, os 500 da revista Fortune governam hoje essa República – e, até o mês passado, todos nós, o resto, os milhões de norte-americanos, nos sentíamos impotentes, sem saber o que fazer.
Nunca freqüentei universidades. Só estudei até o fim do segundo grau. Mas, quando eu estava na escola, todos tínhamos de estudar um semestre de Economia, para concluir o segundo grau. E ali, naquele semestre, aprendi uma coisa: dinheiro não dá em árvores. O dinheiro aparece quando se produzem coisas e quando temos emprego e salário para comprar coisas de que precisamos. E quanto mais compramos, mais empregos se criam. O dinheiro aparece quando há sistema que oferece boa educação, porque assim aparecem inventores, empresários, artistas, cientistas, pensadores que têm as ideias que ajudam o planeta. E cada nova ideia cria novos empregos, e todos pagam impostos, e o Estado também tem dinheiro. Mas se os mais ricos não pagam os impostos que teriam de pagar por justiça, a coisa toda começa a emperrar e o Estado não funciona. E as escolas não ensinam, nem aparecem os mais brilhantes capazes de criar mais e mais empregos. Se os ricos só usam seu dinheiro para produzir mais dinheiro, se de fato só o usam para eles mesmos, já vimos o que eles fazem: põem-se a jogar feito doidos, apostam, trapaceiam, nos mais alucinados esquemas inventados em Wall Street, e destroem a economia.
A loucura que fizeram em Wall Street custou-nos milhões de empregos. O Estado está arrecadando menos. Todos estamos sofrendo, como efeito do que os ricos fizeram.
Mas os EUA não estão falidos, amigos. Wisconsin não está falido. Repetir que o país está falido é repetir uma Enorme Mentira. As três maiores mentiras da década são: 1) os EUA estão falidos, 2) há armas de destruição em massa no Iraque; e 3) os Packers não ganharão o Super Bowl sem Brett Favre.
A verdade é que há muito dinheiro por aí. MUITO. O caso é que os homens do poder enterraram a riqueza num poço profundo, bem guardado dentro dos muros de suas mansões. Sabem que cometeram crimes para conseguir o que conseguiram e sabem que, mais dia menos dias, vocês vão querer recuperar a parte daquele dinheiro que é de vocês. Então, compraram e pagaram centenas de políticos em todo o país, para conduzirem a jogatina em nome deles. Mas, para o caso de o golpe micar, já cercaram seus condomínios de luxo e mantêm abastecidos, prontos para decolar, os jatos particulares, motor ligado, à espera do dia que, sonham eles, jamais virá. Para ajudar a garantir que aquele dia nunca cheguasse, o dia em que os norte-americanos exigiriam que seu país lhes fosse devolvido, os ricos tomaram duas providências bem espertas:
1. Controlam todas as comunicações. Como são donos de praticamente todos os jornais e redes de televisão, espertamente conseguiram convencer muitos norte-americanos mais pobres a comprar a versão deles do Sonho Americano e a eleger os candidatos deles, dos ricos. O Sonho Americano, na versão dos ricos, diz que vocês também, algum dia, poderão ser ricos – aqui é a América, onde tudo pode acontecer, se você insistir e nunca desistir de tentar! Convenientemente para eles, encheram vocês com exemplos convincentes, que mostram como um menino pobre pode enriquecer, como um filho criado sem pai, no Havaí, pode ser presidente, como um rapaz que mal concluiu o ginásio pode virar cineasta de sucesso. E repetirão essas histórias mais e mais, o dia inteiro, até que vocês passem a viver como se nunca, nunca, nunca, precisassem agitar a ‘realidade’ – porque, sim, você – você, você mesmo! – pode ser rico/presidente/ganhar o Oscar, algum dia!
A mensagem é clara: continuar a viver de cabeça baixa, nariz virado para os trilhos, não sacuda o barco, e vote no partido que protege hoje o rico que você algum dia será.
2. Inventaram um veneno que sabem que vocês jamais quererão provar. É a versão deles da mútua destruição garantida. E quando ameaçaram detonar essa arma de destruição econômica em massa, em setembro de 2008, nós nos assustamos.
Quando a economia e a bolsa de valores entraram em espiral rumo ao poço, e os bancos foram apanhados numa “pirâmide Ponzi” global, Wall Street lançou sua ameaça-chantagem: Ou entregam trilhões de dólares do dinheiro dos contribuintes dos EUA, ou quebramos tudo, a economia toda, até os cacos. Entreguem a grana, ou adeus poupanças. Adeus aposentadorias. Adeus Tesouro dos EUA. Adeus empregos e casas e futuro. Foi de apavorar, mesmo, e nos borramos de medo. “Aqui, aqui! Levem tudo, todo o nosso dinheiro. Não ligamos. Até, se quiserem, imprimimos mais dinheiro, só pra vocês. Levem, levem. Mas, por favor, não nos matem. POR FAVOR!"
Os economistas executivos, nas salas de reunião e nos fundos rolavam de rir. De júbilo. E em três meses lá estavam entregando, eles, uns aos outros, os cheques dos ricos bônus obscenos, maravilhados com o quão perfeita e absolutamente haviam conseguido roubar uma nação de otários. Milhões perderam os empregos: pagaram pela chantagem e, mesmo assim, perderam os empregos, e milhões pagaram pela chantagem e perderam as casas. Mas ninguém saiu às ruas. Não houve revolta.
Até que... COMEÇOU! Em Wisconsin!
Jamais um filho de Michigan teve mais orgulho de dividir um mesmo lago com Wisconsin!
Vocês acordaram o gigante adormecido – a grande multidão de trabalhadores dos EUA. Agora, a terra treme sob os pés dos que caminham e estão avançando!
A mensagem de Wisconsin inspirou gente em todos os 50 estados dos EUA. A mensagem é “Basta! Chega! Basta!” Rejeitamos todos os que nos digam que os EUA estão falidos e falindo. É exatamente o contrário. Somos ricos! Temos talento e ideias e sempre trabalhamos muito e, sim, sim, temos amor. Amor e compaixão por todos os que – e não por culpa deles – são hoje os mais pobres dos pobres. Eles ainda querem o mesmo que nós queremos: Queremos nosso país de volta! Queremos, devolvida a nós, a nossa democracia! Nosso nome limpo. Queremos de volta os Estados Unidos da América.
Não somos, não queremos continuar a ser, os Estados dos Business Unidos da América!
Como fazer acontecer? Ora, estamos fazendo aqui, um pouco, o que o Egito está fazendo lá. E o Egito faz, lá, um pouco do que Madison está fazendo aqui.
E paremos um instante, para lembrar que, na Tunísia, um homem desesperado, que tentava vender frutas na rua, deu a vida, para chamar a atenção do mundo, para que todos vissem como e o quanto um governo de bilionários lá estava, afrontando a liberdade e a moral de toda a humanidade.
Obrigado, Wisconsin. Vocês estão fazendo as pessoas ver que temos agora a última chance de vencer uma ameaça mortal e salvar o que nos resta do que somos.
Vocês estão aqui há três semanas, no frio, dormindo no chão – por mais que custe, vocês fizeram. E não tenham dúvidas: Madison é só o começo. Os escandalosamente ricos, dessa vez, pisaram na bola. Bem poderiam ter ficado satisfeitos só com o dinheiro que roubaram do Tesouro. Bem se poderiam ter saciado só com os empregos que nos roubaram, aos milhões, que exportaram para outros pontos do mundo, onde conseguiam explorar ainda mais, gente mais pobre. Mas não bastou. Tiveram de fazer mais, queriam ganhar mais – mais que todos os ricos do mundo. Tentaram matar a nossa alma. Roubaram a dignidade dos trabalhadores dos EUA. Tentaram nos calar pela humilhação. Nos tiraram a mesa de negociações!
Recusam-se até a discutir coisas simples como o tamanho das salas de aula, ou o direito de os policiais usarem coletes à prova de balas, ou o direito de os pilotos e comissários de bordo terem algumas poucas horas a mais de descanso, para que trabalhem com mais segurança para todos e possam fazer melhor o próprio trabalho –, trabalho que eles compram por apenas 19 mil dólares anuais.
Isso é o que ganham os pilotos de linhas curtas, talvez até o piloto que me trouxe hoje a Madison. Contou-me que parou de esperar algum aumento. Que, agora, só pede que lhe deem folgas um pouco maiores, para não ter de dormir no carro entre os turnos de voo no aeroporto O'Hare. A que fundo do poço chegamos!
Os ricos já não se satisfazem com pagar salário de miséria aos pilotos: agora, querem roubar até o sono dos pilotos. Querem humilhar os pilotos, desumanizá-los e esfregar a cara dos pilotos na própria vergonha. Afinal, piloto ou não, ele não passa de mais um sem-teto...
Esse, meus amigos, foi o erro fatal dos Estados dos Business Unidos da América. Ao tentar nos destruir, fizeram nascer um movimento – uma revolta massiva, não violenta, que se alastra pelo país. Sabíamos que, um dia, aquilo teria de acabar. E acabou agora, já começou a acabar.
A mídia não entende o que está acontecendo, muita gente na mídia não entende. Dizem que foram apanhados desprevenidos no Egito, que não previram o que estava por acontecer. Agora, se surpreendem e nada entendem, porque tantas centenas de milhares de pessoas viajam até Madison nas últimas semanas, enfrentando inverno brutal. “O que fazem lá, parados na rua, com vento, com neve?” Afinal... houve eleições em novembro, todos votaram... O que mais podem desejar?!” “Está acontecendo algo em Madison. Que diabo está acontecendo lá? Quem sabe?”
O que está acontecendo é que os EUA não estão falidos. A única coisa que faliu nos EUA foi a bússola moral dos governantes. Viemos para consertar a bússola e assumir o timão para levar o barco, agora, nós mesmos.
Nunca esqueçam: enquanto existir a Constituição, todos são iguais: cada pessoa vale um voto. Isso, aliás, é o que os ricos mais detestam por aqui. Porque, apesar de eles serem os donos do dinheiro e do baralho e da mesa da jogatina, um detalhe eles não conseguem mudar: nós somos muitos e eles são poucos!
Coragem, Madison, força! Não desistam!
Estamos com vocês. O povo, unido, jamais será vencido.
Gostei das duas primeiras frases, dos desenhos e o concurso é uma boa iniciativa, será que teve prêmio em dinheiro para as crianças? Mas a última frase em destaque!!!??? Que m*#$%¨& é essa Google Brasil??? O dia que um político for super-herói no Brasil eu vou embora daqui ou me mato de vergonha! Essa frase é infame! Ninguém merece... É para fazer "lobi" com a classe política, e parece que a frase foi feita por uma criança? Meus deuses que educação é dada nas escolas brasileiras, lavagem cerebral?
Algo que sempre digo é que o Brasil é o país do faz de conta...
O governo brasileiro anuncia um corte de 50 bilhões de reais e a Dilma faz um pronunciamento sobre a melhora na Educação! É brincadeira!!! Isso é muito patético! Sem mais comentários...
PS: Para onde vai os 50 bilhões de reais do corte?