sábado, 20 de março de 2010

Dia mundial sem carne!

Hoje é o dia mundial sem carne. Criado em 1985, é a maior campanha em prol do vegetarianismo. O objetivo da campanha é conscientizar as pessoas da crueldade e violência contra os animais e dos benefícios de uma dieta vegetariana.

Uma grande iniciativa mundial em defesa dos animais é o Dia Mundial Sem Carne. Como se sabe, os vegetarianos em todas suas ramificações são os maiores contribuintes contra a matança desnecessária de animais e a prova de que o homem pode perfeitamente alimentar-se de produtos que não sejam de origem animal. Ao mesmo tempo entre os vegetarianos está o maior grupo de defensores dos animais. Assim, o Dia Mundial Sem Carne é duplamente comemorado, pelos vegetarianos e por todos os defensores dos animais.


História

O Dia Mundial Sem Carne, (Meat Out Day), surgiu em 1985 e é a maior campanha de educação para uma dieta vegetal e ao mesmo tempo em favor dos animais que só tem a ganhar com isso. Sendo assim, nada melhor para todas as entidades e meios que defendem os animais divulgar e participar ativamente dessa campanha. Quanto menor for o consumo de carne, mais animais são salvos.

Fonte: Blog Vegetariana (fonte da imagem), Blog Jornal Defesa dos Animais.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Banda Larga entre R$ 25,00 e R$ 35,00? Será?


"Nesta quinta-feira, 18, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou que os projetos em discussão a respeito da Banda Larga prevêem mensalidades entre R$ 25 e R$ 35, de acordo com informações da Agência Brasil."

Eu só acredito vendo! Não costumo ter "fé" em palavras de políticos, e só irei acreditar quando ver uma conta em minhas mãos!!! E depois será que vai ter qualidade ou será pior do que nossas atuais conexões (que são péssimas)? Não creio em ver em esses preços aqui no Brasil tão cedo...

Leiam a matéria completa em Olhar Digital.

Fonte da imagem: Tecno System.

terça-feira, 16 de março de 2010

Tá longe de ter uma loja da Apple no Brasil!!!


Segundo O Globo no último sábado, 13/03, garantem que o CEO (Steve Jobs) negou convite do governo do Rio de Janeiro para lançar a loja no país.
O executivo, no entanto, teria rejeitado a proposta alegando que a alta política de taxação do Brasil não colabora para as vendas, o que torna o investimento no país pouco atraente. Jobs ainda teria dito que outras companhias do setor também têm a mesma visão da política de taxação brasileira.

Fonte: Olhar Digital.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Google pode abandonar a China!

"O Google está firme em sua decisão de não censurar os resultados das buscas a pedido da China", informou a vice-presidente e conselheira-geral assistente da empresa, Nicole Wong, a um Comitê da Câmara de Representantes dos Estados Unidos.

A empresa está consciente de que possui "centenas de empregados no país" e compreende "a seriedade e importância" de sua decisão, disse.

Se a resposta de Pequim for pedir à empresa que feche o seu site google.cn e saia da China, "estamos preparados para fazê-lo", disse Wong ante o Comitê de Assuntos Exteriores.

Fonte: Google.

domingo, 30 de agosto de 2009

Falta de criatividade e mediocridade,,,

"Só eu reparei que os telejornais hoje em dia resolveram se tornar obituários? No RJ Tv de ontem, de seis matérias que foram ao ar, cinco noticiavam morte e desgraça. Todas as matérias hoje em dia começam com " sabe-se lá quantos mortos e alguns feridos em acidente...", ou "acidente mata vários..."
Perai, isso não é notícia! Tendo gente viva, é evidente que alguém vai morrer em algum momento! Acidente de carro, de moto, de ônibus, não é notícia, é fatalidade derivada da invenção do motor. Notícia seria alguém morrer em um acidente envolvendo 3 búfalos numa via expressa. Bebês morrem logo depois de nascer sim, pessoas comem coisas estragadas todo dia. Enquanto eu escrevia isso aqui morreu uma galera, por vários motivos. O que tem de surpreendente nisso pra virar manchete?"

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Comentário!

Muito boa postagem concordo com vc e é por essas e outras que a Midia no Brasil vai de "ruim pro fundo do poço", e com essa criatividade e mediocridade vai passar mto tempo lá, a sorte deles (paga os "salários" e o cabresto, é tbm um dos motivos da mediocridade e palhaçada dos brasileiros): é que tem sempre um "empresário" (corrupto) que desviou milhões de reais dos cofres públicos querendo se eleger ou eleger alguém e paga fortunas para a mídia,,, hahaha.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

O pastelão do jornalismo televisivo

O papelão de Waldvogel e a desmontagem do factóide Lina

A jornalista Monica Waldvogel reuniu no programa "Entre Aspas", da Globonews, o ex-secretário da Receita Federal (no governo FHC), Everardo Maciel, o presidente do SindiReceita, Paulo Antenor, e um advogado tributarista para discutir a "crise da Receita". Após uma introdução onde denunciou o "aparelhamento" da Receita e apresentou Lina Vieira como "vítima" deste processo, ouviu dos convidados que o aparelhamento foi feito, na verdade, por Lina Vieira. Para jornalista Luis Nassif, comentário inicial de Waldvogel foi "vergonhoso, antijornalístico e desonesto".

O programa foi ao ar nesta terça-feira (25). A apresentadora Monica Waldvogel iniciou o "Entre Aspas" com uma leitura apocalíptica sobre o "aparelhamento da Receita" pelo governo Lula, mostrando Lina Vieira como uma "vítima" de interesses poderosos (Sarney, Petrobras, etc.). Todas as teses da introdução de Waldvogel foram rejeitadas e rebatidas pelos participantes do programa.


"A Globonews perdeu o rumo" Luis Nassif

E eu digo ela nunca teve um!

leia o artigo completo aqui!

Fonte: Carta Maior.

domingo, 19 de julho de 2009

O mercado de trabalho no Brasil, capitulo 1, O jornalismo!

(...)
Comecemos nos indagando se o mercado será capaz de evitar o fechamento do jornais, o desemprego de jornalistas e gráficos e a concentração da informação em poucas empresas. Não tem sido. Ao contrário, o mercado tem se tornado cada vez mais cartelizado, cada vez menos concorrencional, inclina-se notavelmente para o oligopólio, devasta as esperanças dos que ainda sonhavam com um jornalismo com capilaridade, com regionalização, capaz de assegurar informação diversificada, plural e acessível a todo os brasileiros. Falemos do tamanho da tragédia: somadas, as tiragens de todos os pouco mais de 300 jornais diários brasileiros não atingem a marca dos 7 milhões de exemplares. Indigência democrática! O povo brasileiro está praticamente proibido da leitura de jornais, portanto, proibido de ter acesso a uma tecnologia do século XVI, a imprensa de Guttemberg.
Exército de diplomados desempregados
O mercado tem discutido alternativas a isto? As universidades? O movimento sindical? Não se registram debates sobre como assegurar a massificação da leitura de jornal e revista. Nem mesmo a Fenaj que acaba de ser derrotada na sua luta para manter a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo apresenta - nem antes, nem agora - alternativas para evitar que estes profissionais não formassem apenas um imenso exército de diplomados-desempregados. É preciso regulamentar a profissão, mas também é preciso assegurar o fim da proibição à leitura de jornal. Também devemos elaborar políticas públicas - já que o mercado exibe sua incapacidade - para que os brasileiros assim como recebem do estado merenda escolar, remédios, camisinhas, dentaduras, bolsa família, também recebam jornais e revistas para a sua informação. Seria nada mais do que assegurar o cumprimento da Constituição quando esta estabelece a informação como um direito do cidadão. Para que , afinal, que isto não seja apenas retórica legislativa...
(...)
São muito positivas as iniciativas de comunicação partidas do campo público recentemente, seja o Blog da Petrobrás, as colunas O Presidente Responde, a criação da Empresa Brasil de Comunicação, além da convocação da I Conferência Nacional de Comunicação. Mas, o público ainda se queixa: “como sintonizar esta TV Brasil? Ela só pega na tv a cabo? Isto é pra quem pode pagar!” Da mesma forma que as colunas escritas diretamente pelo presidente, embora importantes, não chegam ao grande público, já que as tiragens de jornal continuam raquíticas e não existe ainda um jornal ou vários jornais populares de grande circulação, seja gratuita ou a preços bem módicos. Existiria alguma proibição escrita nas estrelas determinando que não se possa também uma política pública para a democratização da leitura de jornal no Brasil? Não é razoável que a EBC assuma também a publicação destes jornais? Não é razoável que o BNDES que tanto financia grandes empresas privadas e até transnacionais apoie um projeto de um jornal público, de massa, gratuito?

Trechos do artigo, de Beto Almeida: O fechamento de jornais e o jornalismo público, em Carta Maior.